

SaudadeAlexandre, num gesto espontâneo, agarrou na caneta mais próxima que encontrou. Era uma caneta laranja, que tinha adoptado quando foi dar sangue a semana passada, pela primeira vez. Puxou de uma folha abandonada junto ao computador, onde já tinha sido impresso uns símbolos esquisitos e umas linhas a tracejado (raio da impressora que ganhara vontade própria) e pensou. Calma ai! Ele por acaso nem era muito de usar esse elemento do corpo, que contém o encéfalo e os órgãos principais dos sentidos, e se encontra pegado ao pescoço. Sim, estava-se agora a lembrar enquanto escrevia... tinha tido ontemSaudade
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